A evolução de um ser humano

Criatividade bonita de se ver!

Pessoal, vejam como a Gaviões da Fiel é realmente criativa!!!
Em apenas dois dias, já revelaram 11 novos gritos para o ano de 2008:

"Oh Criciúma, pode esperar, a sua hora vai chegar"

"Não é mole não, os gaviões dominaram o Castelão"

"Ah, tenho certeza... o meu Timão vai golear o Fortaleza"

"Ei, você aí, cadê o Avaí? Cadê o Avaí?"

"1, 2, 3... Brasiliense é freguês"

"Chora Bahia imundo, o meu Timão é campeão do mundo"

"Puta que o pariu, a série A o Ceará nunca viu... e nem vai ver!"

"Hei, Marília, vai tomar no cú."

"Chora Ponte Preta, pra quê Dionísio se o Timão tem o Vampeta!?"

"É... É... É... todo viado que eu conheço é Santo André... e vai morrer!!!"

"Bragantino, cuzão... quem manda nessa porra é a torcida do Timão."

A reza é o melhor remédio!

Fracassado. Esse era o único pensamento na mente de Carlos, um homem de quarenta e cinco anos, cabelos grisalhos e um grande óculos que lhe dava aparência de bem mais velho, enquanto caminhava solitário pelas ruas escuras.
Eram vinte anos de dedicação à administração da empresa, não podia ter sido trocado repentinamente por um "inovador" jovem de vinte e cinco anos. Sentia-se humilhado, diminuído diante da situação. Como explicar à sua esposa que estava desempregado e que teriam que apertar ainda mais o orçamento?
O casamento também não ia nada bem. Sua bela mulher parecia cada dia mais fria e desatenta, falava apenas para reclamar da vida entediante que estava vivendo, das viagens que gostaria de fazer e que sua única diversão era ir para a academia de ginástica. E como dizer à pobrezinha que até essa diversão ela perderia?
Caminhava desconsertado quando tropeçou, ao cair, avistou no asfalto um panfleto rosa com uma grande frase em negrito, "A sua vitória está em suas mãos". Sentou e começou a ler o panfleto que falava sobre D. Rosa e suas orientações para resolver os mais difíceis problemas.
Não conseguia tirar os olhos do papel, tudo o que queria era a solução para seus problemas.
O endereço era perto, faltavam 20 minutos para as 8 horas e ela estava próxima de parar de atender, mas não custava tentar. Avistou uma casinha amarela, bateu na porta e uma velha ruiva, olhos claros e profundos o atendeu. sentou em uma salinha escura, esperou impaciente, mas logo foi chamado para se sentar ao redor de uma mesa coberta por um lençol roxo, incensos e velas. A velha o olhava assustadoramente enquanto mexia em um baralho.
- Eu sei do que você precisa. Problemas financeiros, no casamento... Eu sou a pessoa certa para te ajudar a encontrar a sua vitória. Vamos rezar, meu bom homem! Oração é um santo remédio...
Rezaram e houve uma sessão de defumação, para limpar a alma carregada de Carlos, que voltou para casa se sentindo mais leve e tranquilo. Carlos contou tudo à esposa, que em uma situação de irritação e desespero, brigou e chorou por toda a noite.
Saiu cedo dizendo à esposa que passaria o dia procurando emprego. Percorreu várias empresas e não conseguiu nada, então se lembrou da D. Rosa e teve a idéia de levá-la até a sua casa para rezar e defumar tudo, assim o ajudaria a consertar seu casamento e arrumar um emprego.
Chegaram em casa e a senhora, ao entrar, sentiu uma sensação ruim, o clima da casa era de desarmonia.
No quarto, sua esposa, ouviu um barulho e se assustou, estava com seu amante, o professor de ginástica:
- Meu Deus! É o meu marido... e quem é aquela senhora vestida tão ridiculamente?
- Ai, você disse que ele só voltaria à noite. Aquela mulher é uma mãe de santo! disse o jovem sorrindo.
- Pare de rir, você tem que sair! Mas como!?
- Seu marido é mesmo um tonto. E está vindo para cá.
- E agora? Espera! Agora tive uma idéia.
Instantes depois Carlos e D. Rosa entraram no quarto e se depararam com um homem vestindo uma túnica branca feita de lençol, rezando e benzendo a sua esposa.
- Fernanda, o que está acontecendo aqui!?
- Calma, Carlos, esse é o Pai José e veio benzer a casa e a nós para retirar as energias negativas. Você falou tanto da Dona Rosa...
- Eu pensei que você não acreditava nessas coisas.
- Pois é, mudei de idéia. Disseram-me que Pai José era muito bom para resolver problemas conjugais.
- Ótimo, a D. Rosa reforçará a reza do Pai José.
Carlos ainda não encontrou um emprego, mas deste dia em diante, nada na vida do casal é decidido sem uma consulta com os "poderosos" Pai José e D. Rosa.




Conto vindo diretamente do Blog da Dayh!
e dedicado a mim! lol
em breve alguns contos meus aqui também!
xD

O Grande Golpe

O plano era simples. Entraria, sacaria a arma, renderia ao caixa e sairia. Aquela loja de conveniências nem sentiria a falta real do dinheiro. Estava tranqüilo. Uma mulher tomava conta do caixa naquele turno. Tudo não duraria mais do que dois minutos. A arma nem estava carregada porque sabia que não seria preciso nenhum disparo. O policiamento daquela área era pequeno. Uma cidade tranqüila, um bairro tranqüilo.

Saiu do carro repassando na mente tudo que deveria ser seguido à risca. Cada passo em direção à loja era como o ultimo passo. Seria o seu primeiro assalto. Dizem que o primeiro assalto agente nunca esquece. Seria incrível - uma explosão de adrenalina e depois uma calmaria incessante. Sairia daquela cidade banal pra sempre. Deixaria a casa dos pais e viveria sua vida. Talvez até poderia se tornar um gangster. O crime, uma escolha difícil mas sabia que tinha que sair daquela cidade medíocre, daquela vida banal.

A noite era linda. Estava preparado. Um suspiro antes de abrir a porta da loja. "É agora!". Entrou.

Algumas prateleiras, o caixa ao fundo. Uma mulher e uma criança que com uma cara triste pedia um bombom. As cianças sabem ser persuasivas A mãe lutava contra a carinha triste mais acabou se rendendo. Observou uma senhora mais ao canto da loja tentando ler o preço de algum produto. Não passava disso - eram cinco pessoas, a mãe e a criança, a senhora que não passava de uma simples velhinha, ele e a caixa que escondia o rosto pelo cabelo. O cabelo era castanho, longo... liso e apesar de estar recebendo pouca luminosidade emitia um brilho intenso.

Estava a seis metros do acontecimento mais importante da sua vida. Andou em direção ao caixa. Pensava ser mais fácil do que realmente estava sendo. Podia sentir sua pulsação se acelerando, sentia o contato do pé com a sola do sapato e que encostava o chão; sentia as imperfeições do piso do chão. A adrenalina subiu. Estava de frente à mulher do caixa que ainda não mostrara o rosto.

Num movimento sutil, ela joga seus cabelos para trás parando de ler a revista, que mantinha seu rosto abaixado, para atendê-lo.
- Pois não? - A voz era linda, suave, encantadora. O rosto era perfeito: um queixo fino, os lábios curtos, nariz bem feito, sobrancelha fina, o olhar simples com um leve toque de lápis e que passava uma calma que o contagiou. Ficou mudo, sem fazer nada.
- Pois não? - repetiu ela. A mulher e a criança se aproximaram. O olhar dela se afastara ao dele para atender a mãe, pois não fazia sentido em continuar insistindo com um mudo.
- Só esse bombom - disse a mãe que provavelmente deixou de comprar o que devia para atender ao pedido do filho. Acertaram as duas.
- Obrigada, volte sempre.
Ele não parou de olhá-la, estava encantado. Aquele olhar... Não se livrava dele. O olhar deixava a mãe e ia pra criança. Dois sorrisos: o da criança para a mãe e o da caixa para a criança. O sorriso dela era lindo, sincero. Parecia ser sincero. Era sincero, ele sabia disso. Após filho e mãe darem as costas, o olhar voltava a ele que até agora permanecia imóvel.
- O senhor? - disse ela que imediatamente foi interrompida por ele.
- Eu... eu...- gaguejou. "Merda", pensou. Não era pra gaguejar. Ela riu. De novo aquele sorriso sincero. O olhar ficava cada vez mais meigo.
- Cigarros - finalmente disse - Cigarros, por favor - ela pegou os cigarros e o deu. Quando ia se virando e já se castigando mentalmente pelo fracasso do plano ela diz:
- Alguém tão jovem não poderia fumar.
- O que disse?
- Eu disse que alguém tão jovem não deveria fumar.
- Tem... tem... tem razão- gaguejou de novo e o sorriso dela reaparece. Devolveu os cigarros, o que era mais conveniente, pois nunca fumou.
- Acho que já te vi. Você mora no Jardim Esperança? Eu moro lá desde sempre. - era o início de um dialogo
- Moro sim. Já faz algum tempo. Queria me mudar, mas acho que vou acabar ficando por aqui. Não há muitas saídas pra alguém nessa cidade.
- Eu também penso assim. Já tive essa vontade de mudar, mas... fazer o que?! -- - Agente não pode tudo que quer.
- É, realmente - ele ficou hipnotizado.
Sete segundos. Foram exatamente sete segundo que uniram os dois pelo olhar. Foram os segundos mais bem vividos da vida dele e que foram rompidos pelo sorriso dela. Ele percebeu e disse:
- Tenho que ir - virou-se.
- Espera - disse ela num tom que de leve, muito de leve ele notou algum desespero ilícito - pega meu telefone, talvez um dia queria alguém pra conversar. Como você disse, não há muitas saídas nessa cidade.

Trocaram telefones e um par de sorrisos. Foi indo, mas antes passou perto da velhinha e disse olhando o produto que ela segurava:
- Nove e setenta e cinco. O preço, nove e setenta e cinco – ela agradeceu e dizendo algo sobre suas vistas e sua idade.

Abriu a porta e saiu. A noite estava realmente linda. Tudo parecia um pouco mais lindo. Tirou a arma do bolso e jogou em um lixo ali perto. Entrou no carro. Sabia que rumo tomaria. Voltaria pra casa, esperaria até o expediente dela acabar e ligaria. Não perderia tempo. Sua vida tinha um rumo. Isso nunca acontecera até a idéia do assalto. Estava calmo, se sentia calmo como nunca. Ligou o carro e seguiu.




achei esse texto no blog do Flávio, achei massa e resolvi postar aqui...

tipo, tem uma loja de conveniência num posto aqui perto de casa, nem deve ser muito difícil assaltar lá, o carinha eh meio gordinho e tals, na corrida eu me garanto.
agora é só eu conseguir uma arma... mas onde? Oo
ahh, dexa pra lá...
deve ter algum jeito mais lícito de eu encontrar o amor da minha vida...


xD

Trailler de Batman: The Dark Knight





yeeeah!
esse eu vou esperar ansiosamente!

x]

(nunca vi o Curinga tão macabro...)

Trailler de Hellboy II: The Golden Army





Direção: Guillermo del Toro.
Elenco: Ron Perlman, Selma Blair, Doug Jones, James Dodd, John Alexander, Luke Goss, Thomas Kretschmann.

(como diz um amigo meu...) A 'sinapse' do filme: Hellboy aparece em público sem querer e o FBI tem que se explicar publicamente sobre o Escritório de Pesquisa e Defesa Paranormais. Enquanto o herói aprende a lidar com sua nova vida, Liz tem seus sentimentos por ele abalados quando um novo membro se junta ao grupo: Johann, um detetive formado de energia. Paralelamente a esse triângulo amoroso, Hellboy e seus companheiros precisam enfrentar o Príncipe, que deseja retomar o controle do Exército Dourado, grupo formado por soldados metálicos invencíveis.


é... parece interessante, gostei do 1º. Aquele carinha azul é o melhor.

15 fotos impressionantes de relâmpagos



nessa época de chuvas constantes, é até bem interessante dar uma olhada nessas imagens... ;)

Peixes Abissais


Uma série de peixes muito bizarros!
A maioria deles são somente encontrados na zona abissal oceânica, então (Graças a Deus!) não corremos muito o risco de, ao nadarmos graciosamente no nosso litoral quentinho, nos depararmos com uma aberração destas.
Até os nomes das crianças são lindos! Esse aí da foto acima mesmo, é chamado carinhosamente por Lula-Vampiro. Leia o restante do post e conheça os seus amiguinhos, o Tubarão-Fantasma, o Peixe-Víbora, o Tubarão Mega-Boca, o Peixe-Caixão (esse nome é ótimo!), o Peixe-Dragão (deve ser feio bagarái!), e por aí vai!
o/

Putz!


É... esse gatinho deve ter acabado com todas as vidas que ele tinha no estoque...